Bases Teóricas

No percurso de idealização e planejamento do Cadê, foram pesquisadas e estudadas diversas práticas e teorias com as quais nos identificamos. Nossa intenção foi criar um diálogo entre todas elas, disseminando e adaptando à nossa realidade, para sustentar, embasar e dar contorno ao nosso projeto.

Criada pela psicanalista francesa Françoise Dolto, a Maison Verte é um projeto sensível de escuta e acolhimento, cujo modelo foi reproduzido em diversas partes da França e da Europa. O projeto nasceu do desejo de Dolto de poder fazer um trabalho de prevenção, recebendo e acolhendo as famílias antes que elas a procurassem com alguma questão emocional já mais avançada.

o ano é 1945, fim da Segunda Guerra Mundial. O povoado de uma cidadezinha italiana chamada Reggio Emilia decide criar e gerenciar uma proposta pedagógica para as escolas da cidade, financiados pela venda dos materiais abandonados pelos alemães. Loris Malaguzzi, professor e pedagogo responsável pela iniciativa, traz em seu projeto uma visão única sobre a infância, a educação, e suas relações com o mundo, que valoriza e observa as diferentes maneiras que cada criança tem de interpretar e criar teorias sobre o funcionamento do mundo. Uma proposta repleta de arte, criatividade e respeito.

A experiência de Lóczy também se deu no período pós-guerra, na Húngria, em uma casa que acolhia crianças que não podiam receber os cuidados de seus pais ou familiares. Emmi Pikler, pediatra húngara responsável pelo projeto, buscou organizar o funcionamento da casa de modo que cada criança pudesse se desenvolver da maneira mais harmoniosa possível, buscando oferecer-lhes o cuidado e o conforto semelhantes aos do seio familiar. O instituto tornou-se ambiente de investigações e observações extremamente minuciosas sobre os diferentes aspectos do desenvolvimento do bebê.

A partir daí definimos 5 pilares essenciais para o Cadê:

Nossos Pilares

Criar Toda brincadeira é movida pela criatividade.
Amar Amar é uma construção.
Desenvolver Brincando eu me desenvolvo.
Explorar Validemos o desejo de descobrir.
Brincando Brincar é coisa séria.

Criar também é gerar. É colocar no mundo a nossa marca, o nosso registro.

Criar é inventar, gerar, produzir e interpretar a si mesmo e o mundo ao seu redor. É nos relacionar com os objetos e com os outros da maneira mais diversa possível, onde sempre existe um potencial para o novo, para o diferente, para viver as experiências de forma única.

Mas quando começamos a criar? No início da vida, as percepções e os sentidos do bebê ainda estão em formação. Ele, sua mãe e o mundo formam uma coisa só. Quando chega a fome, o bebê sente em seu corpo um grande desconforto que ainda não tem esse nome: fome. A reação é chorar, com todo o ar presente em seus pequenos pulmões.

Nesse momento, o bebê precisa que a sua mãe ou seu cuidador também esteja muito atento aos seus choros e desconfortos para oferecer na hora do grito de fome, um peito ou uma mamadeira. Esse tempo entre o choro e o conforto é muito importante, pois é o que permite que o bebê viva suas primeiras experiências de “criatividade”. De fato, o bebê tem nesse início a ilusão de que os objetos e as coisas ao seu redor são criações suas, que magicamente aparecem para atender aos seus desejos.

Mas a cada experiência de satisfação, alguma coisa muda. A fome, o peito, o leite, a mãe estão sempre diferentes! Além disso, essa mãe que no início precisava estar muito presente, pode aos poucos dar mais atenção ao seu marido, filhos, trabalho, e seus próprios desejos.

As criações do bebê já se tornam mais elaboradas: antes do peito, pode existir uma chupeta, um dedo, um paninho. Um objeto de transição, um espaço que se instaura entre ele e a mãe. Isso faz com que a criança possa bem devagarinho ir percebendo seus contornos, sua ação sobre os objetos, redesenhando aquela ilusão primária de um mundo inteiramente criado por ele. Descobre o pezinho e movimentos que o levem até a sua boca, faz barulho com a sua voz, e vê o mundo inteiro sumir atrás de um pano… Cadê?! E magicamente reaparecer… Achou!

Esse bebê que foi alimentado com cores, texturas, cheiros, sons, que teve o tempo e o espaço necessário para experimentá-los, é agora uma criança que pensa e inventa, com a criatividade a todo o vapor. Suas mãos contam histórias mirabolantes onde cada dedo é um personagem, seu corpo inventa posições que viram cambalhotas e saltos desafiadores, sua mente cria hipóteses para o funcionamento do mundo. “Mas por quê? Mas como?”.

As crianças vivem transformações intensas, e permitir que elas brinquem livremente é dar vazão a este ciclo de mudanças, é dar-lhes a oportunidade de serem autoras e de se apropriarem de seu corpo e suas idéias. É fazer com que ganhem mais autonomia e confiança em si mesmos. A criança que brinca, fantasia e imagina, vê em cada situação a possibilidade de mudar e transformar o mundo. E toda brincadeira é movida pela criatividade.

Amar também é esse outro lado que não se espera. é uma construção.

Fralda seca, barriguinha cheia, peso e altura na curva. Bebê saudável? Certo! Mas, para que cresça, brinque, crie e explore o mundo da melhor maneira possível, é também fundamental que ele seja envolvido por muito amor, desde a sua chegada. Afinal, o amor alimenta a vida.

Imagine a cena: uma leoa lambendo seus filhotes, carregando-os gentilmente na boca… Tais gestos têm grande relação conosco e com nossos bebês. Nesse caso, uma “lambida” é aquele olhar atento da mãe, capaz de notar pequenas sutilezas e conquistas. É ainda uma troca de olhares e sorrisos; é o que convida o bebê a se interessar pelo mundo e conhecer a si mesmo. Por tudo isso,  a troca afetiva é fundamental para que a criança se desenvolva de forma plena.

Sala de parto, contrações, dor, mãe ofegante, choro, cansaço, dúvidas. Em um instante que parece durar para sempre, o bebê surge em seus braços… Um momento inesquecível! A mãe está tomada por hormônios; o casal, exausto e cheio de expectativas. Já existe amor? É certo que há um tempo necessário e importante para que esses sentimentos tão novos e intensos sejam entendidos.

O bebê chora e reclama… Será fome? Sono? Cólica? Muitas dúvidas, muita culpa, muita dor. Muito amor! É esse amor que cresce dia após dia, construído pelo desejo, pela paciência e pelo trabalho. Sim, dá muito trabalho! Traduzindo os sons e choros do bebê, vai se abrindo um espaço nessa relação, o que permite à criança se reconhecer no olhar de sua mãe.

Quem nunca disse “eu jamais irei fazer o que minha mãe fazia”, quando, de repente, se vê repetindo exatamente as mesmas falas e gestos?

É que, assim como esse bebê, a mãe também foi amada e amparada quando pequena. É a partir da memória do primeiro vínculo, da primeira manifestação de amor, que essa forma de relação se transmitirá naturalmente às próximas gerações. Esse amor, tão novo e desconhecido… Mas também tão antigo! Ele nos remete àquele primeiro de todos, que vivemos quando éramos os “lambidos” da vez. São sensações e emoções indescritíveis que reconhecemos sem lembrar de fato.Por isso ele é tão intenso, cheio de novas possibilidades: um tempo de reviver afetos muito primários.

Desperta a oportunidade de se construir uma nova história. É o início de uma família, do momento de se fazer protagonista, de definir a maneira de criar seu bebê, errando e acertando, vivendo. Crescem, juntos, pais e filhos.

Ser pai e mãe é tarefa das mais incríveis da vida! É escolher perpetuar o amor.

O Cadê Bebê é um espaço para partilhar essa experiência de ser pai e de ser filho. Dar gargalhadas, chorar em prantos, extravasar… Aqui cabem todas as expressões do amor.

desenvolver também é esse outro lado que não se espera. é uma construção.

Você já parou para pensar que nós, os seres humanos, somos os mamíferos que mais nascem despreparados para a vida? Chegamos ao mundo completamente indefesos e dependentes. Mesmo fora da barriga, ainda continuamos a nos desenvolver. Por isso, não é à toa que os pais se preocupam tanto. Alguns até imaginam se seu pequeno bebê que acaba de nascer conseguirá sobreviver aos primeiros meses de vida! Por mais natural que seja, esse medo não é tão fácil de ser superado. Dizem que, junto com um bebê, nascem também um pai e uma mãe. Esses são papéis que aprendemos a construir e que se modificam constantemente. E isso vale tanto para o primeiro, o quinto ou o décimo bebê: pais e mães irão sempre se renovar. Assim surgem a responsabilidade e a obrigação de prezar pelo desenvolvimento saudável dos filhos.

Desde cedo, somos marcados por estas importantes experiências iniciais que nos formam e que vão retornar por toda vida. Não há outro momento de tanta transformação! O primeiro ano de vida é a fase de maior desenvolvimento do cérebro. Sabia que um bebê de 12 meses tem sua atividade cerebral dobrada em relação à de um adulto? “Ela já senta sozinha! Olha ele engatinhando! Os primeiros passinhos! Ele falou ‘bola’!”. Papais e mamães esperam ansiosos por essas conquistas marcantes da criança. Afinal, elas são notadas mais facilmente. Mas, antes de engatinhar, por exemplo, o bebê precisa ensaiar muitos outros movimentos, conquistar a possibilidade de se afastar da mãe, reunir as condições fisiológicas necessárias, etc. Ou seja, não é tão simples. Essas conquistas, ainda que naturais, dependem de vários fatores.

Então, o que é importante para o desenvolvimento físico, psíquico, motor e emocional? São aspectos que se misturam e que devem ser olhados como um todo. Primeiro, existem os fatores fisiológicos e genéticos, que são as características herdadas: a cor do cabelo, a predisposição de sermos gordinhos, magros, altos ou baixos, a propensão a certas doenças e muitas outras possibilidades que cada um carrega consigo. Mas a questão está em como nós, adultos, enxergamos essas características. Como nos relacionamos com essa criança? Como é o ambiente que ela frequenta?

É aí que entra o fator relação. São as pequenas manifestações de afeto que rodeiam esse bebê desde antes do seu nascimento, a forma como foi (ou não) idealizado, sua gestação, seu parto, como se deu o encontro entre o bebê que foi “imaginado” e o “real”, seus primeiros dias de vida, etc. Por isso, desde o começo, a criança deve desfrutar muito carinho e afeto, com relações estáveis e figuras de referência que criem um ambiente de amor, seguro e dedicado. Vale lembrar que o excesso de zelo e atenção pode privar os pequenos de experiências psíquicas e corporais essenciais. A ansiedade de ver a criança realizar certos movimentos pode levar o adulto a incentivá-la a adotar posições que ainda não domina, sem vivenciar a construção dessas etapas no próprio corpo.

Para completar, o fator ambiente se refere ao local em que o bebê irá crescer, como o país, a cultura, a sua casa, a sua escola e os espaços onde costuma brincar. Qualquer bebê que viva em um ambiente saudável é perfeitamente capaz de se desenvolver. Um ambiente onde a brincadeira é possível torna-se estimulante e rico em experiências lúdicas de aprendizagem. É brincando que a criança desenvolve muitas das habilidades que utilizará no futuro, para conduzir sua vida com autonomia e equilíbrio – além de contribuir para uma sociedade produtiva e próspera. Prezar por estas condições é investir no futuro da criança e da sua família.

O Cadê Bebê oferece esse ambiente. Uma casa, um quintal, muito verde, com ambientes interessantes, criativos e seguros, onde os adultos também encontram um espaço aconchegante de escuta e troca. Prezamos para que o desenvolvimento seja natural, saudável e feliz, sempre respeitando o momento de cada um: uma troca verdadeira, em que a criança é cuidada, mediada, respeitada e reconhecida em todas as suas conquistas. Para nós, é uma grande satisfação dividir com os pequenos e com os grandes, cada um dos sentimentos presentes nas pequenas mudanças vivenciadas no dia a dia.

Brincar na lama, jogar pedrinhas no rio, escalar uma árvore. Brincadeiras simples e gostosas que nos trazem a imagem de uma infância vivida e aproveitada… e que tem pouco espaço para acontecerem na nossa realidade paulistana. Mas ainda que não tenhamos um rio ou pedrinhas para jogar, podemos oferecer a possibilidade de exploração, um pensamento e uma forma de educar que permitem o resgate desta atmosfera de uma infância mais livre, com mais cores e com mais tempo, em contato com a natureza.

Um bebê que pode explorar, constrói sua relação com o mundo e com os outros conquistando independência e autonomia para criar hipóteses. Explorar um chocalho sem saber que a sua função original é fazer barulho, pode render muitas outras perspectivas e descobertas. Muitas vezes sofremos com a ansiedade de ver o pequeno buscando entender algo que acreditamos saber o que é, e atropelamos todo este processo de exploração, questionamento e aprendizagem pessoal ao querer ensinar o jeito certo de fazer, brincar, olhar e mexer.

O bebê e a criança não são “vasos vazios” que precisam ser preenchidos com o nosso conhecimento, e sim seres com capacidade de aprendizado e construção de pensamentos lógicos e dedutivos. É extremamente enriquecedor estar em um ambiente com diversas possibilidades e mediado por olhares que os percebam e que garantam a validade de suas construções.

Um grupo de crianças brincando em um bosque, observavam as árvores. Tiraram fotos e perceberam que os troncos tinham texturas e desenhos diferentes, como uma impressão digital. Criaram hipóteses e juntos, chegaram à conclusão que estes desenhos eram símbolos, um alfabeto próprio. E inventaram a linguagem das árvores.

Este tipo de construção, tão rica para os pequenos que estão formulando e desenvolvendo hipóteses sobre o funcionamento do mundo, só é possível quando oferecemos a possibilidade de exploração, de observação, de diálogo e interlocução.

Faz parte do amor e do investimento na infância, o “deixar ir” que permite aos pequenos estas vivências formadoras e fundantes, caminhos que levam à associações, detalhes e perspectivas que nunca imaginávamos.

No Cadê Bebê, uma das nossas preocupações essenciais é garantir este ambiente facilitador da exploração livre, onde a construção e as hipóteses são tão importantes quanto os resultados. Onde brincar é coisa séria.

Quem não se lembra daquelas risadas contagiantes de doer a barriga? E dos momentos em que o tempo parece parar, que permanecem pra sempre na memória? Brincar é um instante puro de qualquer relação, um aprendizado sobre o mundo, sobre nós e sobre os outros. É quando observamos, questionamos e conhecemos.

Como um castelo fica de pé? Como a água cai e se movimenta? Por que ela escorre pelas mãos, mas fica no copo? Como se faz pra dar uma cambalhota? O que faz o outro rir, se surpreender, se assustar?

Boneca, história, corrida, esconde-esconde,

Susto, meleca, carrinho, bexiga,

Bola, desenho, barulho, cosquinha,

Lutar, rolar, cantar,

Sonhar, sorrir, lamber, cheirar…

Brincar é algo muito pessoal! São momentos de diversão, alegria, interesse, satisfação e intimidade: um encontro onde as melhores sensações se combinam harmoniosamente.

E os bebês? Eles também brincam??!! Ô, se brincam!

Brincam de ouvir os sons, morder o pé, jogar coisas no chão, lamber a mão… Brincam de ouvir a voz da mãe, de buscar seu olhar, de chamá-la e provocá-la, e de ensaiar suas escapadinhas e seus retornos. Divertem-se com brinquedos que nem são brinquedos! Tudo é possível e transformado por seus sentidos apurados e pelo desejo de conhecer e explorar cada pedacinho deste mundão.

Aquele bebê, que antes só se sentia seguro para brincar com um adulto por perto, passa a brincar sozinho. E a brincadeira continua, sempre importante e cada vez mais complexa. Brinca de ser mil coisas: bruxa, princesa, monstro, dragão ou super-herói. Brincar vira jogo, vira relação, vira trocas, e uma simples brincadeira ganha outros contornos e propósitos. É brincando que a criança encontra recursos para enfrentar o que acontece, viver e reviver seus medos e desejos. Ela também aprende as regras, a convivência e o respeito pelo outro.

Brincar é coisa séria! Quando uma criança chama o adulto para uma brincadeira, isso é um convite para que ele conheça sua intimidade, sua vida. É importante tentar perceber os momentos de se jogar na brincadeira e aqueles em que devemos respeitar e observar a criança. Essa criança que pensa, que transforma, que sabe e que está sempre nos surpreendendo.

E para quem acha que os adultos não podem mais brincar: Ô se podem! E devem! Afinal, todos nós já brincamos um dia – é que às vezes nos esquecemos. Para brincar, precisamos nos permitir essa exposição e deixar de lado o escritório, o computador, as contas e as preocupações. Sentar no chão e soltar a imaginação é mais difícil do que parece. Mas, quando acessamos esse cantinho adormecido dentro de nós, encontramos, assim como a criança, a possibilidade de recriar um mundo diferente. E, quem sabe, até podemos nos tornar melhores pessoas, com ideias novas e criativas para enfrentar os problemas.

Brincando eu crio, exploro, construo vínculos e relações, amo… Brincar é se desenvolver da forma mais agradável e gostosa possível.

No Cadê Bebê, a brincadeira é livre. Claro, sempre mediada e respeitada, tanto para os bebês quanto para os que cresceram um pouquinho (e também um “poucão”). É um espaço onde muitos outros espaços podem ser imaginados.

Esperamos você e toda a sua família para brincar muito.

Quem somos

Nossa equipe

São profissionais de diferentes áreas (artes plásticas, psicologia, teatro, pedagogia, etc.) com um foco em comum: o universo da infância - esses são os BrinCadês, pessoas que estão no piso térreo para mediar brincadeiras e atividades abertas, assim como promover o acolhimento e a troca entre as famílias.

Além disso, acreditamos que, numa instituição educacional como o Cadê, além dos brinCadês, toda a equipe - administração, limpeza, Café, marketing, recepção e por aí vai - tem seu papel educador, no sentido de compor um ambiente estimulante e acolhedor em todos os momentos, seja na chegada, nas brincadeiras, nas conversas com adultos, como durante as refeições no Café.

  • Sempre fui apaixonada por crianças e bebês, e desde pequena sabia que queria trabalhar com essa faixa etária. Quando me formei em psicologia, em 2009, comecei a trabalhar em um espaço para famílias e bebês de até 2 anos: foi a descoberta da minha carreira profissional. Percebi o quanto a primeira infância é importante na nossa formação, o quanto cada escolha que fazemos nos leva em uma direção completamente diferente. Resolvi que queria expandir esse trabalho mundo afora, e, quando surgiu a oportunidade de participar da construção do projeto Cadê Bebê, entrei de cabeça. Pretendo continuar me aprofundando nesse trabalho por muito tempo, ganhando experiência dia a dia e descobrindo os contornos e as minúcias maravilhosas da infância, de cada criança e de cada dinâmica familiar.

    Marganne Dubrule
  • A dança é minha primeira e eterna paixão: o movimento do corpo. Isso me levou a cursar fisioterapia. Foi quando percebi que eu não gostava de trabalhar em hospitais, com reabilitação de adultos. No mesmo ano, veio o melhor presente da minha vida: minha linda filha. Ela me fez ver que o que eu amo são as crianças, seu crescimento simples e, ao mesmo tempo, tão complexo, com todas as belezas e dificuldades do dia a dia. Brincar e brincar é a minha atividade preferida. Depois de 2 anos veio o meu príncipe, outro grande amor. E só após o seu nascimento,  veio a ideia de planejar um local para brincar. Onde adultos e crianças pudessem ser bem recebidos, onde a saúde e o relacionamento da família fossem cuidados, respeitados e priorizados. Onde gestantes, mães, pais, avós e crianças pudessem se encontrar, se divertir, trocar experiências e crescer de forma saudável.

    Maya Nigri

Nossas atividades

mbressan06O Cadê